o
"fazer historiográfico". Agradeço, ainda, por terem investido,
acreditado que eu daria certo. A gente vive pedindo e esquece de
agradecer. Hoje é dia de agradecer a todos que me cercam (meus poucos,
mas, verdadeiros amigos), familiares e afins. Como enfatizou BOURDIEU
(1986) todas as escolhas partem de premissas. Acho que acertei, mesmo
sem tê-lo lido no passado, e sendo seu admirador no presente. É bem isto
mesmo: passado, presente e futuro sempre se mesclando na minha vida, na
minha História. Não poderia dar outra: sou um HISTORIADOR plenamente
feliz. Escrever e fazer história não são fáceis, mas é um vício e este é
meu ofício. Repudio bajulação, falta de caráter, quem se vende por tão
pouco, quem progride "às custas do sangue, vidas e fazendas dos outros"
(GONÇALVES, 2008). Prefiro ralar, ter que bater de frente com um sistema
onde os governos não valorizam o métier dos nosso ofício, mas, todavia,
a palavra que não deve calar é LUTA, pois, assim canta Jota Quest:
"vivemos esperando por dias melhores".... E, por mais que dias vão e
venham, temos uma conclusão: "cedo ou tarde a gente vai se encontrar,
tenho certeza numa bem melhor".
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
HISTÓRIA É VIDA...
Ainda bem que segui todas às orientações
(certeiras) dos meus pais, para fazer bem feito o que faço: com amor e
dedicação, não precisando ter que subserviente a ninguém. Sou plenamente
realizado com minhas profissões, com minha carreira. Sou maluco mesmo
por História, pela beleza da erudição que emana deste conhecimento, pela
pesquisa, escrita, crítica e epistemologia que são pares nos processos d
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário