1- A chegada de um novo prefeito colocará um final nas oligarquias que há anos se revezam no poder e "mandam" na cidade. Novos tempos virão e boa sorte ao novo prefeito eleito para trabalhar pela saúde, educação e tudo o que se precisa na "rainha dos canaviais";
2- A política partidária não retrata nada,
tendo em vista que, candidatos buscaram legendas para se elegerem, bem
como um dia pertencem a partido X, outro a Y, mas devido a acomadação
política migram e trocam de partidos facilmente, o que dificulta a
análise maior;
3- A situação camarária ao meu ver não traduz surpresas. NENHUM vereador atual dos 11 se reelegeram, o que é bom este clima de "RENOVAÇÃO";
4- Porém, as vagas subiram para 19, sendo 15 destes novatos a pisar na casa de Antônio Teixeira. A esperança é que façam boas legislaturas. Os quatro que restam, retornam à casa depois de um "longo verão" afastados, são eles: FINHA DE LEROLÂNDIA, SEBASTIÃO DO SINDICATO, ANÉSIO MIRANDA E BEBÉ.
5- O número de mulheres cresceu. De apenas uma, para quatro. Eis as tais: CIBELLY: A FILHA DE CICINHA (atual vereadora há 16 anos), VANDA DE OLAVO (atual vereador há 4 anos), IVONETE DE MOZA (atual vereador por três mandatos inconsecutivos) e FINHA DE LEROLÂNDIA;
6- Três lideranças continuam fortes e firmes e já desenham uma possível tentativa em 2014 para a esfera estadual. São eles: OLAVO DE BALEIA que elegeu a esposa, VANDA; CICINHA, que elegeu a sua filha, CIBELLY e MOZA, que elegeu a sua irmã, IVONETE.
Ao fim e ao cabo, pelo menos, na câmara, ainda teremos a chamada "oligarquia camarária" (ver conceito na tese de Caio Inácio) com três forças que há anos dominam a política santa-ritense. Os "bichos" insistem em não querer largarem a legislatura. Depois das eras "Calango", "Pinto" e etc, desta vez será a vez do "bode" e do tubarão". É, é esta a situação. Fica a esperança de que novos tempos pairem sobre Santa Rita, e que a paz prevaleça.
Hérick Meneses é bibliotecário e professor mestre em História pela Universidade Federal da Paraíba e especialista em Educação e em Ensino de História pela mesma universidade.
*o artigo completo intitulado: Nas margens, o que é o que é meu irmão: o caso político de Santa Rita-Pb estará, em breve, disponível na revista de Antroplogia, da Universidade de Brasília e foi escrito em parceria com o professor doutor Caio Inácio de Albuquerque Morais.
3- A situação camarária ao meu ver não traduz surpresas. NENHUM vereador atual dos 11 se reelegeram, o que é bom este clima de "RENOVAÇÃO";
4- Porém, as vagas subiram para 19, sendo 15 destes novatos a pisar na casa de Antônio Teixeira. A esperança é que façam boas legislaturas. Os quatro que restam, retornam à casa depois de um "longo verão" afastados, são eles: FINHA DE LEROLÂNDIA, SEBASTIÃO DO SINDICATO, ANÉSIO MIRANDA E BEBÉ.
5- O número de mulheres cresceu. De apenas uma, para quatro. Eis as tais: CIBELLY: A FILHA DE CICINHA (atual vereadora há 16 anos), VANDA DE OLAVO (atual vereador há 4 anos), IVONETE DE MOZA (atual vereador por três mandatos inconsecutivos) e FINHA DE LEROLÂNDIA;
6- Três lideranças continuam fortes e firmes e já desenham uma possível tentativa em 2014 para a esfera estadual. São eles: OLAVO DE BALEIA que elegeu a esposa, VANDA; CICINHA, que elegeu a sua filha, CIBELLY e MOZA, que elegeu a sua irmã, IVONETE.
Ao fim e ao cabo, pelo menos, na câmara, ainda teremos a chamada "oligarquia camarária" (ver conceito na tese de Caio Inácio) com três forças que há anos dominam a política santa-ritense. Os "bichos" insistem em não querer largarem a legislatura. Depois das eras "Calango", "Pinto" e etc, desta vez será a vez do "bode" e do tubarão". É, é esta a situação. Fica a esperança de que novos tempos pairem sobre Santa Rita, e que a paz prevaleça.
Hérick Meneses é bibliotecário e professor mestre em História pela Universidade Federal da Paraíba e especialista em Educação e em Ensino de História pela mesma universidade.
*o artigo completo intitulado: Nas margens, o que é o que é meu irmão: o caso político de Santa Rita-Pb estará, em breve, disponível na revista de Antroplogia, da Universidade de Brasília e foi escrito em parceria com o professor doutor Caio Inácio de Albuquerque Morais.

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